Realizado pela “Missão Portas Abertas”, o Domingo da Igreja Perseguida (DIP) é um movimento nacional de oração em favor dos cristãos perseguidos.

A igreja do Senhor espalhada pelo Brasil entende que um dos papéis fundamentais que exercemos em um país livre é interceder constantemente por nossos irmãos que não desfrutam da mesma liberdade. Em 2019 as igrejas levantaram um clamor em favor dos irmãos perseguidos na Coreia do Norte, lugar que vive uma ditadura hereditária e é o país mais fechado para o evangelho.

A IBNR não ficou de fora deste movimento de oração. No dia 25 de agosto nos reunimos como Igreja para clamarmos ao Senhor pela vida de nossos irmãos e para aprendermos um pouco mais sobre este país que hoje tem aproximadamente 24 milhões de habitantes e apenas 2% dele (em torno de 300 mil) são cristãos.

O culto da IBNR neste domingo, dirigido pela irmã Irismar, missionária na Missão de Cachoeira Grande, teve inicio com o versículo tema do DIP 2019: Apocalipse 2:10 “Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”.

Os missionários da Missão IBN Santa Rita (Luís Carlos e Daniele), junto aos jovens e adolescentes da igreja local apresentaram um emocionante musical que retrata a perseguição no país norte-coreano e o prêmio para aqueles que perseverarem até o fim.

Romilson e Letícia, missionários em Morros e líderes do Ministério de Intercessão, após relatar à igreja alguns acontecimentos na Coreia no Norte, levantaram um clamor por este lugar.

Os missionários José Santana e Rosângela (IBN Axixá) trouxeram um vídeo com um testemunho impactante de pessoas que conseguiram escapar desta ditadura.

A Missão de Vila Vitória, com os pastores Egnaldo e Fátima apresentaram um lindo teatro mostrando o sofrimento dos cristãos na Coreia e a adoração (forçada) ao líder Kim Jong-Un. Josenir e Daniele, missionários de Bacabeira e também líderes do louvor IBNR, louvaram ao Senhor com uma música em Coreano.

Literalmente de mãos atadas, presas com algemas, o pastor Egnaldo ministrou a Palavra da noite, mostrando o quanto já é difícil ser cidadão norte-coreano e muito mais difícil ser cristão lá.

Certamente, todos que participaram deste culto voltaram para suas casas comprometidos e com um desejo ardente de orar por nossos irmãos perseguidos na Coreia do Norte e no mundo, e, gratos a Deus por vivermos em um país com liberdade de expressão e religião.

“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” 2 Crônicas 7:14


Todas as Fotos: DIP 2019